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Review: 02×08 – Medusa
21.12.2016
postado por Julia Santos na categoria Reviews

OBSERVAÇÕES: Este post contém spoilers, por favor antes de ler, tenha isso em atenção. | Boa Leitura! 


Posso ser sincero? Para um episódio de Crossover esperava pelo menos uns 5 minutos de crossover, mas fazer o quê? E se você (como muitos outros fãs das séries da DC) está aqui única e exclusivamente pelo crossover das séries da DC, pode se avançar já para: 41:04, anyway, vamos começar do início (porque do fim também é complicado).
No episódio anterior, vimos o que Cadmus fez com Mon-El e em Medusa vemos tudo o que a Cadmus queria: a destruição dos alienígenas. Lilian Luthor, mãe da amiguinha da Kara/Supergirl, Lena Luthor (que curiosamente os roteiristas devem ter algum fixação por nome começados por L), planeja lançar um vírus kryptoniano, capaz de acabar com qualquer outra raça alienígena que não seja a nativa de Krypton, (sim, todos nós sabemos que o vírus foi originalmente criado por Kryptonianos, mas mesmo assim eu ainda não entendi o porquê de não afetar a raça humana, visto que esta, para o kryptonianos também é uma raça alienígena) nos céus de National City. E com isto, geralmente a DEO e nossa amiguinha Supergirl começam logo a trabalhar na estratégia para impedir este desastre da Luthor.
Neste episódio para além deste problema, em National City é o dia de ação de graças e a Kara e seus amigos não perderiam um típico almoço do feriado americano o que interrompe de certa forma este almoço é a presença de um portal interdimensional (que por sinal, foi “ignorado” pelos os roteiristas conforme progresso do episódio, que de acordo com a minha teoria é do género daqueles trabalhos escolares, em que quando o trabalho está quase finalizado surge uma ideia nova de ultima hora e decidem implementar, regravando apenas algumas cenas, o que deixou muito a perder, visto que este não aparece somente numa cena, pois ao longo do episódio ele apareceu várias vezes, mas mesmo assim não afetou em absolutamente nada, nem mesmo no diálogo dos personagens). Na minha opinião este episódio tinha muita história que poderia ter sido aproveitada e muitas cenas e coisas sem nexo, como por exemplo a historinha da Lena Luthor que decidiu fazer uns joguinhos com a mãe e com a heroína, Supergirl (isto só pode ser uma das caraterísticas do sangue de Luthor), que só no final são relevados e percebemos que afinal Lena tem um coração não tão frio como pensávamos e voltamos a “confiar” nela novamente, mas todo este mistério poderia ter sido evitado se ela por exemplo dissesse logo a Supergirl: “Vamos terminar com os planos da minha mãe psicopata”, mas pelo menos os roteiristos nos surpreenderam um pouco (agora, se foi pela a positiva ou pela a negativa, vai depender do espectador).

Mas há sempre um lado bom nesta história dos roteiristas… com este conjunto de acontecimentos, (felizmente) não houve espaço para trama (ridícula) do “Guardião”, que por sinal já está na hora de contar para a Kara, né James?
(Prometo que esta é a última crítica antes da conclusão) Mas é incrível como a Supergirl já batalhou imensas vezes com o Cyborg Superman antes e não tinha conseguido derrota-lo (parece que isto os roteiristas também esqueceram) e nesse episódio com somente um soco ela o derrotou.

Já não bastasse isso, no final do episódio, os roteiristas finalmente acordaram e perceberam que gastaram imenso tempo com cenas “simples” e decide pegar em todos os “problemas” que sobram juntar tudo e resolver tudo assim num estalar de dedos, primeiro, temos a metamorfose de Jon revertida, a cura de Mon-El, o romance de Alex sendo concretizado (finalmente)… Mas para além de todas estas resoluções temos o aumento dos elementos, como o grupo misterioso que busca o daxamita e a aparição de Barry Allen (que infelizmente não afetou ou influenciou em nada no episódio, só mesmo nos portais interdimensionais, que também foram esquecidos pelos personagens).


E com isto, começa de fato o crossover tão esperado, dividido em quatro partes “Invasão!”, baseado no HQ: Homônima, que une os personagens de Supergirl, The Flash, Arrow e Legends of Tomorrow.


final

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